Arquivo da tag: Eduarda

Bolinho de batata e frango

Final de semana o namoradão me presenteou com formas de tortas e cupcakes da coleção La Pasticceria da Tramontina, coisa mais fofa do mundo (pode presentear quando quiser, viu, amor?). Então, decidi colocar elas pra funcionar. Fiz um bolo, já que estou testando opções saudáveis para o Smash The Cake da Eduarda e fiz bolinhos para almoço e janta, já que a pequena anda difícil dificílima para comer nesses dias. Os bolinhos de batata e frango ficaram deliciosos e foi o que ela devorou no almoço hoje. Vamos lá.

Bolinhos de batata e frango

RECHEIO
Ingredientes: 
–  Peito de peru;
– Alho;
– Cebola;
– Tomate
Modo de fazer: Essa é barbadinha. Refoguei a cebola, o alho e o tomate em um fio de óleo. Esperei dourar bem, coloquei o peito de peru e deixei cozinhando. Depois de bem cozido, passei no mixer para desfiar (pode desfiar à mão) e reservei.

MASSA
Ingredientes:
– Duas batatas inglesas
– Folhas de couve (aqui, um agradecimento à sogra, que fornece couve diretamente da hortinha pra Eduarda)
– Ovo
– Duas colheres de sopa de aveia

Imagem

Piquei as folhas de couve e coloquei junto com as batatas descascadas para cozinhar somente na água. Depois de cozidas, amassei as batatas e acrescentei o ovo cru inteiro ao purêzinho e a aveia. Misturei bem. Imagem

Untei as forminhas de cupcake com um pouco de óleo e farinha, de preferência integral. Fiz uma caminha com o purê, de modo que as laterais também ficassem cobertas. Recheei com o frango desfiado:
Imagem
Cobri com o restante do preparado de batata:
Imagem

E levei ao forno pré-aquecido a 180°C até dourar. Montei a “marmitinha” com arroz integral e cenoura, pra ela comer na escolinha. Devorou a cenoura e o bolinho, mas o arroz, comeu pouco hahahha

Imagem

Anúncios

Torta laranja de peixe

Ontem foi um dia de muito forno e fogão. Ou melhor, noite. Desconfio que Eduarda esteja entrando em alguma fase na qual o apetite esteja sendo afetado. Se é pico de crescimento, se são novos dentes, ainda não descobri. Mas, enquanto não sei a real causa, vou testando novas receitas para que ela volte a comer almoço e janta direitinho.

Decidi experimentar uma torta de forno para toda a família. Fui inventando, lá vai.

Torta:
– Meia moranga
– Três batatas inglesas (I very well mister you)
– Um ovo
– Pitadinha de sal

Recheio:
– Peixe (uso pescada do alasca)
– Cebola
– Alho poró
– Salsinha
– Tomate

Primeiro, preparei o recheio: Refoguei o alho, a cebola e o tomate. Soltei o peixe e a salsinha. Deixei cozinhar bem, até secar toda a água (que sai do peixe, não precisa acrescentar nada). Reservei. Enquanto isso, pré-aquecia o forno a 180°C

Cozinhei a moranga e as batatas. Escorri a água:

Imagem

Tirei a casca da moranga, amassei junto com as batatas, como se fosse para fazer purê, mesmo. Misturei um ovo cru e uma pitadinha de sal.

Imagem
Forrei uma forma com uma camada do purê
Imagem
Coloquei o recheio
Imagem

Cobri com a outra camada e coloquei queijo parmesão ralado por cima. (Para servir pra gorda Eduarda, tirei o queijo)
Imagem
Levei ao forno até dourar (sempre vou cuidando, já disse que não me dou bem com timer)
Imagem

Servi com a minha lentilha “turbinada”. Não tenho foto do pratinho porque ela almoçou na Tata dela hoje. Mas os potinhos voltaram vazios \o/

Hamburguinho de Feijão da Eduarda

Chegamos, Eduarda e eu, ao ponto em que toda mãe que pratica BLW enfrenta um dilema: o bebê não quer saber de colher. 

Se por um lado o orgulho é grande, porque você sente que seu bebê é diferente, independente e escolhe o que vai comer, por outro você pensa: “Que eu faço agora, cacete?” Isso porque chega ao nível de dificuldade que os bebês não querem nada líquido. Nem lentilha, nem feijão, nem aquela acalentadora sopinha de outrora. 

Um exemplo do nosso dilema é a lentilha. Eduarda ama lentilha. Em uma das últimas vezes que fui dar a ela, foi uma batalha campal. A guerra dos grãos. Lembro que foi na terça-feira. No almoço, Eduarda tentou pegar a lentilha. E não conseguiu, Saiu com a mão suja e parcos grãos grudadinhos nos dedos. Lambeu. Queria mais lentilha… Coloquei em uma colher, ofertei a ela. Não quis. Deu um tapa na colher. “Chorava” porque queria a amada lentilha, mas não queria que ela chegasse à bordo de uma colher. Que ousadia, a minha. 

Lentilha pela casa. No chão. Branco. Faxineira tinha acabado de sair. Tudo bem. 

A outra porção do prato, um repolho refogadinho com arroz e cenoura, foi metade na boca, metade no chão/cadeirinha. Mas ela comeu. A roupa dela comeu. A roupa da mamãe comeu. 

Eduarda se despede da colher por enquanto, até ela conseguir colocar o talher na boquinha. Eu ainda tento, é verdade, mas confesso que sinto que essa é a hora dela provas novas texturas. Como sempre, recorri ao amado grupo Alimentação Consciente na busca de um norte. Foi-me sugerido que começasse a fazer bolos (que já fazia) e hamburguinhos com esses alimentos que, por hora, ela está negando.  A receita de um hambúrguer de lentilha me foi passada e eu vim para a casa super empolgada e determinada a fazer. 

PORÉM, NÃO HAVIA LENTILHA. hahahahahaah

Decidi adaptar ao que eu tinha em casa e modificar  a receita de maneira que também ficasse nutritiva. Então, aí vai:

Hamburguinho de Feijão da Eduarda

Ingredientes:

– Duas xícaras de feijão já cozido (eu sempre tenho porções congeladas)
– Meia xícara de aveia
– Repolho
– Meia cebola ralada
– Um dente de alho
– Farinha de arroz

Em uma panela, refoguei o alho e o repolho. Cozinhei até ele ficar transparente, mais ou menos assim:

ImagemProcessei o feijão e o repolho refogado no mixer até ficar um caldo grosso. 
Imagem
Misturei a cebola ralada e aveia….

Imagem
Sim, parece chokito

Fiz hamburguinhos e passei na farinha de arroz. Coloquei em uma fôrma untada e levei ao forno por mais ou menos 20 minutos. Depois, virei para dourar o outro lado. O “segredo” é ir cuidando, nunca dei muito certo com timer de fogão :P
Servi com “canjiquinha primavera” (depois posto a receita aqui). 
ImagemEduarda ficou meio curiosa, fuçou, olhou,lambeu… e comeu \o/
Imagem

Omeletão Colorido + Bolo permitido

O dia de ontem foi corrido. Segunda-feira é segunda-feira, não importa a parte do mundo que você esteja – a não ser que esteja em férias. Desde que Eduarda nasceu e eu voltei a trabalhar, tenho sido fortemente acometida pela depressão de final de domingo e de segunda-feira. Os finais de semana com a nossa pequena são tão agradáveis que corta o meu coração em mil pedaços ter que começar a semana :/

Quando busco a Eduarda, chegamos em casa e vejo minha família reunida depois de um dia de trabalho, a felicidade é imensa. Pra completar a minha alegria, gosto de ir pra cozinha fazer janta, comidinhas pra semana e mais alguma coisa.

Ainda na onda de calor-zuera (não tem limites), preparo umas comidinhas mais leves e refrescantes pra Eduarda. A janta de ontem foi um rápido e fácil omelete colorido acompanhado de arroz.

OMELETE COLORIDO
Ingredientes:

– Abobrinha
– Cenoura
– Beterraba
– Brócolis
– Cebola
– Alho
– Tomate
– Ovo
– Salsinha

Ralei a abobrinha, a cenoura e a beterraba. Piquei o brócolis bem picadinho. Refoguei em uma frigideira a cebola, o alho e o tomate. Soltei todos os ingredientes ralados e a salsinha. Ficou mais ou menos assim:

photo
bunitin <3

Depois de refogado, bati o ovo só pra misturar a clara com a gema. Soltei por cima e deixei “fritar” bem. Preparei um arroz com salsinha e servi. Ficou muito gostoso, Eduarda comia um pouco com a mão e outro pouco com a colher.

 photo_1

Bem, ontem fui pra casa decidida a tentar a receita de um bolo que Eduarda pudesse comer (não, bebês não podem comer farináceos antes de um ano, não me venham com essa), até porque o aniversário de um ano dela está chegando. Quero muito fazer o ensaio “Smash the Cake” com ela pra sair do comum, já que bagunça com frutas ela faz todos os dias :P Tentei fazer uma opção saudável. Ficou muito gostoso, mas não cresceu o suficiente para parecer um bolo de ensaio fotográfico hahahahaah Quem sabe se eu fizer em camadas, não é mesmo? Vamos tentando.

BOLO DE BANANA

– Quatro bananas bem maduras (bem maduras, mesmo, que parece que vão estragar a qualquer momento)
– Duas xícaras de aveia (pode ser farelo)
– Meia xícara de óleo
– Quatro ameixas secas
– Quatro ovos
– Uma colher de fermento em pó

Coloquei todos os ingredientes no liquidificador, com exceção do fermento em pó. Enquanto isso, pré-aqueci o forno a 180 ºC. Deixei bater bem. A massa é espessa e pesada, é preciso ter um liquidificador potente. Acrescentei o fermento e bati mais um pouco. Coloquei na forma (não untei, deveria ter untado :/) e deixei no forno por 35 min.

photo_2
Ele fica molinho por dentro, uma delícia. Murcha bastante depois de retirar do forno, o que é normal. Ele não leva açúcar, as bananas maduras e as ameixas secas se encarregam de adoçar o bolo. Fábio comeu metade e Eduarda comeu um pedaço hahahahaha
Agora falta quebrar a cabeça pra fazer uma cobertura! Vamos acompanhar :D

photo_3
“Mamãe me deu bolo!”

FAQ – Frequently Asked Questions sobre alimentação. Ou “cala a boca e me deixa, pô!”

Uma mãe elaborou uma FAQ muito criativa sobre amamentação. Afinal, a todo momento é preciso responder sobre nossos filhos e como eles mamam. Parece que quando viramos mãe, nossa vida vira de domínio público: todo mundo quer saber dos nossos peitos, do nosso corpo, do nosso bebê. Todo mundo tem algo a dizer, a aconselhar. Alguns conselhos são bem vindos, outros merecem uma cara de alface e muita cordialidade. Já outros merecem um “vai pra puta que pariu, faz favor?”

Quando o bebê começa a se alimentar, não é diferente. Adaptei uma FAQ para essa fase, baseada na sobre amamentação que vi por aí. É imprimir e dar pros palpiteiros lerem. Ou grudar na testa, por via das dúvidas.

1. Nossa, sua filha é tão grande! Ela ainda mama?
Sim. Eduarda tem 10 meses, é um bebê. Ela mama e mamará o quanto quiser. E sim, eu ainda tenho leite. Bastante. A recomendação da OMS é que o leite materno seja o principal alimento do bebê até um ano de vida, fase que ainda são considerados lactentes. Após isso o recomendado é que a amamentação seja mantida até os dois anos ou até a vontade do bebê e da mãe. O desmame deve ser natural e principalmente cordial com a mãe e com sua filha. 

2. Mas ela não chupa chupeta? Não sente falta?
Não dá pra sentir falta do que nunca teve.

3. Ela só come frutas? Nem um docinho? Nada com açúcar, nem um danoninho? Coitadinha…
Não, só frutas. Açúcar deve ser evitado para crianças, principalmente na fase de introdução alimentar, quando elas estão conhecendo os gostos, as texturas. Eduarda vai provar doces, sim, mas ela tem a vida inteira pra isso. Por enquanto, ela come o que eu ofereço. E se oferecer algo sem meu consentimento, vai estar me desrespeitando como mãe. E coitadinha é o %$#%@#$

4. Nada de sal ou uma papinha pronta? Sempre bom na hora do aperto…
Pra hora do aperto eu tenho as comidinhas da Eduarda congeladas. Só descongelar e pronto. Não, nada de sal. A comida da Eduarda é bem temperada com especiarias, alho, tomate, cebola e mais gostosa que muita papinha pronta (que todas, aliás). Foi uma opção minha e eu gostaria que respeitasse. 

5. Mas uma vez não vai fazer mal. Não vai matar.
Criar sobrevivente não é o suficiente pra mim. Pessoas não morrem de imediato por comer algo diferente, mas os efeitos vão se acumulando. Prefiro não arriscar. Oferecer fruta no lugar de doce não mata também, é bom experimentar ;)

6. E quando ela vir as outras crianças comer e também querer?
Por acaso você oferece cerveja ao seu bebê se ele vê você beber e expressa curiosidade? Acho que não. O momento vai chegar.

7. Nem uma bolachinha pra ela roer?
Desculpe, mas estamos falando de bebês ou cachorros?

8. Você se acha muito dona da verdade defendendo uma alimentação e achando que todo mundo tá errado!
Não, não me acho. Tenho muito o que aprender. E não acho que alguém esteja errado. Só que aqui em casa, quem define o certo pra minha filha sou eu. Quando virei mãe, tive a opção de me informar e usufruo da informação que recebi. 

Felizmente aqui em casa tanto eu quanto meu namorado somos respeitados pelas escolhas que realizamos em relação à Eduarda. Sabemos que nossos pais, tios, avós são de outra geração e que alguns conflitos podem existir. Mas somos respeitados nessa questão, porque eles, mais do que ninguém, sabem o quanto nossa filha é saudável. Por aqui as vós fazem lanchinhos adaptados à Eduarda, trazem verduras, assim como o vovô!
O inferno são os outros, mesmo, que não hesitam em palpitar, em rotular de arrogante (principalmente a mim) e falar pelas costas. Nossa vida é feita de escolhas e, pelo amor de deus, elas devem ser respeitadas, sempre buscando o melhor para nossos filhos. Não vou baixar a cabeça para tudo que vejo de errado por aí. Vou expressar a minha opinião e levantar a bandeira para o que acredito. Eu não quero minha filha com problemas para além do peso ou viciada em fast-food na infância.
Outro dia estivemos em um restaurante e Eduarda estava devorando uma fatia de melão à mesa. Uma mãe passou e disse, referindo-se à filha de pouco mais de 3 anos: “A fulaninha não come frutas! Olha o bebê comendo, que coisa querida! E ela gosta, né?” Só assenti com a cabeça e disse que a filha dela era muito linda também. Mas deu vontade de perguntar: “A senhora alguma vez incentivou esse hábito nela? Porque crianças não comem o que não é oferecido até certa idade…” Mas aí é pagar de arrogante-metida-a-besta passível de ameaça na rua e recompensa pela cabeça.

Espero que o texto ajude, ainda que de maneira meio escrachada a dar uma força para as mães que são taxadas de várias coisas só por irem contra a maré. :)

Imagem
Nossa família de chatos <3

Fígado de galinha com abóbora + frozen yogurt para a tarde

Ah, o fígado. Tão amado e odiado e polêmico. Apesar de nutritivo, é um órgão que filtra as impurezas do corpo – e no caso de aves e bovinos, absorve hormônios e antibióticos. Por isso, é importante verificar a procedência e por isso mesmo eu comecei a dar fígado há pouco tempo para a Eduarda. Convenhamos que é difícil achar um frango que não seja “bombado” ou caipira, principalmente quando se mora na cidade. Eu optei por não privar a Eduarda de receber certos nutrientes presentes no fígado, então eu dou com moderação.

Hoje eu fiz para o almoço fígado com purê de abóbora e batata e lentilha pra acompanhar. Costumo fazer a lentilha em maior quantidade e congelar em pequenas porções, assim como o feijão. Dessa forma, uso como acompanhamento em vários pratos.

Fígado com purê de abóbora:

Ingredientes:

– Alho
– Cebola
– Tomate
– Salsinha
– Fígado de galinha

Refoguei o alho e a cebola. Esperei dourar, coloquei a salsinha e o tomate. Coloquei o fígado, um pouquinho de sal* e água. Deixei 15 minutos na pressão.
(*Como estou adaptando aos poucos o cardápio da Eduarda ao da casa, coloco uma pitadinha de sal. Coisa muito pouca, tipo metade de uma colher de chá).

O purê de abóbora e batata é muito simples: cozinhei os ingredientes com duas folhas de manjericão para dar outro gostinho. Amassei para servir.

Descongelei a lentilha no fogo e montei o pratinho:

Imagem
Coloquei um pepino, mas Eduarda não deu muita bola :P

Eduarda comeu uma bergamota + mamá de sobremesa, mamou bastante e dormiu a sonequinha da tarde. Antes de colocar ela pra dormir, decidi adiantar o lanchinho dela. Hoje ela provou um frozen yogurt caseiro de manga. Piquei uma manga bem madura em pedaços e deixei no congelador. Deixei o iogurte natural bem gelado. Enquanto ela dormia (e eu também kkk), a manga congelava.

Ao contrário do que muita gente pensa, o iogurte pode ser ofertado para bebês de 6 a 12 meses. Mas é importante que seja o iogurte natural, sem açúcar e conservantes (e se possível, caseiro, mas como eu não tenho esse dom ainda, compro o natural), batido com uma fruta, ou junto com um sorvetinho ou ainda na salada de frutas do bebê. Também não deve ser oferecido logo após o almoço ou a janta,já que o cálcio presente nele dificulta a absorção de ferro – e aí vem a anemia.

Mais do que isso, é importante frisar: danoninho, chambinho, esses “inhos” da vida, NÃO SÃO IOGURTE e muito menos indicados para bebês. Possuem corantes, açúcar e o que menos tem é fruta. Eles são recomendados para crianças a partir de quatro anos. Aqui nesse blog que eu amo, o Delícias do Dudu, tem um texto bem legal sobre o danoninho-lixinho. :P

Imagem
Manga já congelada e iogurte natural da batavo

Quando Eduarda acordou, bati a manga com duas colheres de sopa cheias de iogurte no mixer. Ficou bem bonito  e geladinho.

Nova Imagem de Bitmap
Olha a carinha de satisfação <3

Creme de abóbora com aveia

Decidi experimentar essa receita de maneira que pudesse servir fria para a minha pequena. O calor segue de matar e ela não almoçou direito hoje. Então, “engrossei” a janta com um creme delicioso que nós duas adoramos. E funcionou muito bem servido frio!
Ressalto aqui: Sempre dê alimentos em pedaços para o seu bebê. Variar texturas é legal, mas não faça com que a consistência pastosa se torne um hábito!
Feito o alerta (para não deixar brechas, sempre tem alguém que implica hahahah), vamos à receita:

Ingredientes:
*Abóbora
*Batata inglesa
*Nabo
*Uma folha de couve-manteiga
*Cenoura
*Milho
*Aveia
*Trio Tomate, alho-poró e cebola
*Folhas de louro ou manjericão
*Salsinha

Refoguei o trio em um fio de azeite. Deixei dourar e acrescentei a abóbora, a batata, o nabo, a cenoura, a couve, o milho e as folhas de louro. Acrescentei água, tampei a panela e deixei cozinhar em fogo baixo. Quando tudo estava cozido, acrescentei aveia e deixei cozinhar mais dez minutos.
Retirei do fogo e retirei as folhas de louro. Triturei os ingredientes e salpiquei com salsinha. Esperei esfriar e servi pra Eduarda. Ela comeu, mas acho que se estivesse menos calor, comeria mais… Em compensação, mamou muito antes e depois da janta :)

20140207-214507.jpg