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Panquecas de couve com aveia

Gente, estou passando por um perrengue com Eduarda. Daqui a dez dias ela completa um ano e o apetite dela mudou completamente. Isso, mais a amigdalite que ela pegou no sábado, tem me deixado a ponto de arrancar os cabelos. Haja criatividade, leite materno e muita, mas muita paciência para não se desesperar com o fato dela estar comendo a metade do que comia. 

Essa semana quis fazer algo diferente para ela almoçar e jantar. Usei umas folhas de couve que eu tinha congeladas e bolei uma panquequinha do Hulk hahahahaha 

PANQUECAS VERDES DA EDUARDA
Ingredientes para a massa:
– 2 ovos
– 1 xícara de farinha integral
– meia xícara de aveia em flocos
– uma xícara de leite
– uma colherinha de café de sal
– 3 folhas de couve

Coloquei todos os ingredientes no liqui e bati bem

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 Depois, em uma frigideira anti aderente, despejei uma conchinha da massa, feito panqueca, mesmo 
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ó que amor que ficou
ó que amor que ficou

Depois, fiz o recheio… 
Refoguei alho e cebola com um pouquinho de carne moída, cenoura ralada e salsinha. Com o recheio pronto, enrolei as panquequinhas. Acompanhou arroz branco e purê de abóbora com orégano e leite de coco. :)

Para o purê: Cozinhei abóbora com orégano. Depois, amassei e coloquei uma colherzinha de café de leite de coco. Eduarda adora!

photo6Rendeu quatro panquecas! 

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Bolinho de batata e frango

Final de semana o namoradão me presenteou com formas de tortas e cupcakes da coleção La Pasticceria da Tramontina, coisa mais fofa do mundo (pode presentear quando quiser, viu, amor?). Então, decidi colocar elas pra funcionar. Fiz um bolo, já que estou testando opções saudáveis para o Smash The Cake da Eduarda e fiz bolinhos para almoço e janta, já que a pequena anda difícil dificílima para comer nesses dias. Os bolinhos de batata e frango ficaram deliciosos e foi o que ela devorou no almoço hoje. Vamos lá.

Bolinhos de batata e frango

RECHEIO
Ingredientes: 
–  Peito de peru;
– Alho;
– Cebola;
– Tomate
Modo de fazer: Essa é barbadinha. Refoguei a cebola, o alho e o tomate em um fio de óleo. Esperei dourar bem, coloquei o peito de peru e deixei cozinhando. Depois de bem cozido, passei no mixer para desfiar (pode desfiar à mão) e reservei.

MASSA
Ingredientes:
– Duas batatas inglesas
– Folhas de couve (aqui, um agradecimento à sogra, que fornece couve diretamente da hortinha pra Eduarda)
– Ovo
– Duas colheres de sopa de aveia

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Piquei as folhas de couve e coloquei junto com as batatas descascadas para cozinhar somente na água. Depois de cozidas, amassei as batatas e acrescentei o ovo cru inteiro ao purêzinho e a aveia. Misturei bem. Imagem

Untei as forminhas de cupcake com um pouco de óleo e farinha, de preferência integral. Fiz uma caminha com o purê, de modo que as laterais também ficassem cobertas. Recheei com o frango desfiado:
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Cobri com o restante do preparado de batata:
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E levei ao forno pré-aquecido a 180°C até dourar. Montei a “marmitinha” com arroz integral e cenoura, pra ela comer na escolinha. Devorou a cenoura e o bolinho, mas o arroz, comeu pouco hahahha

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Hamburguinho de Feijão da Eduarda

Chegamos, Eduarda e eu, ao ponto em que toda mãe que pratica BLW enfrenta um dilema: o bebê não quer saber de colher. 

Se por um lado o orgulho é grande, porque você sente que seu bebê é diferente, independente e escolhe o que vai comer, por outro você pensa: “Que eu faço agora, cacete?” Isso porque chega ao nível de dificuldade que os bebês não querem nada líquido. Nem lentilha, nem feijão, nem aquela acalentadora sopinha de outrora. 

Um exemplo do nosso dilema é a lentilha. Eduarda ama lentilha. Em uma das últimas vezes que fui dar a ela, foi uma batalha campal. A guerra dos grãos. Lembro que foi na terça-feira. No almoço, Eduarda tentou pegar a lentilha. E não conseguiu, Saiu com a mão suja e parcos grãos grudadinhos nos dedos. Lambeu. Queria mais lentilha… Coloquei em uma colher, ofertei a ela. Não quis. Deu um tapa na colher. “Chorava” porque queria a amada lentilha, mas não queria que ela chegasse à bordo de uma colher. Que ousadia, a minha. 

Lentilha pela casa. No chão. Branco. Faxineira tinha acabado de sair. Tudo bem. 

A outra porção do prato, um repolho refogadinho com arroz e cenoura, foi metade na boca, metade no chão/cadeirinha. Mas ela comeu. A roupa dela comeu. A roupa da mamãe comeu. 

Eduarda se despede da colher por enquanto, até ela conseguir colocar o talher na boquinha. Eu ainda tento, é verdade, mas confesso que sinto que essa é a hora dela provas novas texturas. Como sempre, recorri ao amado grupo Alimentação Consciente na busca de um norte. Foi-me sugerido que começasse a fazer bolos (que já fazia) e hamburguinhos com esses alimentos que, por hora, ela está negando.  A receita de um hambúrguer de lentilha me foi passada e eu vim para a casa super empolgada e determinada a fazer. 

PORÉM, NÃO HAVIA LENTILHA. hahahahahaah

Decidi adaptar ao que eu tinha em casa e modificar  a receita de maneira que também ficasse nutritiva. Então, aí vai:

Hamburguinho de Feijão da Eduarda

Ingredientes:

– Duas xícaras de feijão já cozido (eu sempre tenho porções congeladas)
– Meia xícara de aveia
– Repolho
– Meia cebola ralada
– Um dente de alho
– Farinha de arroz

Em uma panela, refoguei o alho e o repolho. Cozinhei até ele ficar transparente, mais ou menos assim:

ImagemProcessei o feijão e o repolho refogado no mixer até ficar um caldo grosso. 
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Misturei a cebola ralada e aveia….

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Sim, parece chokito

Fiz hamburguinhos e passei na farinha de arroz. Coloquei em uma fôrma untada e levei ao forno por mais ou menos 20 minutos. Depois, virei para dourar o outro lado. O “segredo” é ir cuidando, nunca dei muito certo com timer de fogão :P
Servi com “canjiquinha primavera” (depois posto a receita aqui). 
ImagemEduarda ficou meio curiosa, fuçou, olhou,lambeu… e comeu \o/
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Fígado de galinha com abóbora + frozen yogurt para a tarde

Ah, o fígado. Tão amado e odiado e polêmico. Apesar de nutritivo, é um órgão que filtra as impurezas do corpo – e no caso de aves e bovinos, absorve hormônios e antibióticos. Por isso, é importante verificar a procedência e por isso mesmo eu comecei a dar fígado há pouco tempo para a Eduarda. Convenhamos que é difícil achar um frango que não seja “bombado” ou caipira, principalmente quando se mora na cidade. Eu optei por não privar a Eduarda de receber certos nutrientes presentes no fígado, então eu dou com moderação.

Hoje eu fiz para o almoço fígado com purê de abóbora e batata e lentilha pra acompanhar. Costumo fazer a lentilha em maior quantidade e congelar em pequenas porções, assim como o feijão. Dessa forma, uso como acompanhamento em vários pratos.

Fígado com purê de abóbora:

Ingredientes:

– Alho
– Cebola
– Tomate
– Salsinha
– Fígado de galinha

Refoguei o alho e a cebola. Esperei dourar, coloquei a salsinha e o tomate. Coloquei o fígado, um pouquinho de sal* e água. Deixei 15 minutos na pressão.
(*Como estou adaptando aos poucos o cardápio da Eduarda ao da casa, coloco uma pitadinha de sal. Coisa muito pouca, tipo metade de uma colher de chá).

O purê de abóbora e batata é muito simples: cozinhei os ingredientes com duas folhas de manjericão para dar outro gostinho. Amassei para servir.

Descongelei a lentilha no fogo e montei o pratinho:

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Coloquei um pepino, mas Eduarda não deu muita bola :P

Eduarda comeu uma bergamota + mamá de sobremesa, mamou bastante e dormiu a sonequinha da tarde. Antes de colocar ela pra dormir, decidi adiantar o lanchinho dela. Hoje ela provou um frozen yogurt caseiro de manga. Piquei uma manga bem madura em pedaços e deixei no congelador. Deixei o iogurte natural bem gelado. Enquanto ela dormia (e eu também kkk), a manga congelava.

Ao contrário do que muita gente pensa, o iogurte pode ser ofertado para bebês de 6 a 12 meses. Mas é importante que seja o iogurte natural, sem açúcar e conservantes (e se possível, caseiro, mas como eu não tenho esse dom ainda, compro o natural), batido com uma fruta, ou junto com um sorvetinho ou ainda na salada de frutas do bebê. Também não deve ser oferecido logo após o almoço ou a janta,já que o cálcio presente nele dificulta a absorção de ferro – e aí vem a anemia.

Mais do que isso, é importante frisar: danoninho, chambinho, esses “inhos” da vida, NÃO SÃO IOGURTE e muito menos indicados para bebês. Possuem corantes, açúcar e o que menos tem é fruta. Eles são recomendados para crianças a partir de quatro anos. Aqui nesse blog que eu amo, o Delícias do Dudu, tem um texto bem legal sobre o danoninho-lixinho. :P

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Manga já congelada e iogurte natural da batavo

Quando Eduarda acordou, bati a manga com duas colheres de sopa cheias de iogurte no mixer. Ficou bem bonito  e geladinho.

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Olha a carinha de satisfação <3

“Yakissobinha”

Primeira receita do blog é o almoço de domingo.

Aqui em casa nós gostamos bastante de Yakissoba. Aliás, gostamos de comidas fortes. Eduarda está começando a se adaptar ao cardápio da casa, visto que daqui a dois meses completa um ano. Aliás, acho que nós que vamos ter que nos adaptar, porque a alimentação da pequena é muito mais saudável :P

Domingo fizemos Yakissoba, cuja receita não vou postar porque todo mundo sabe fazer um (e porque esse tinha shoyo e maisena)
Pra não deixar a nossa pequena de fora, fiz uma “versão baby”

Ingredientes:

– alho, cebola e tomate
– cenoura em cubos
– brócolis
– nabo em cubos
– peito de frango em iscas
– macarrão de letrinhas (pode ser cabelinho de anjo também).

Refoguei o alho, a cebola e o tomate em azeite de oliva. Deixei dourar e soltar um caldinho. Acrescentei o peito de frango cortado em iscas (Eduarda gosta de pegar com a mão e comer um por um). Deixei dourar. Acrescentei os outros ingredientes, água, e deixei cozinhar. Quando tudo estava cozido, coloquei o macarrão. Ficou uma delícia. Eduarda comeu com hashi <3 <3

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O mais clarinho (sem shoyo) é o da nossa baby :)