Todos os posts de Raquel

28 anos, jornalista, mãe de primeira e única viagem da Eduarda, nascida em 2 de abril de 2013. Namorada, ajuntada, companheira do Fábio, também jornalista. Apaixonada por cozinhar para nossa filha e por alimentação infantil desde outubro de 2013. Militante e praticante da amamentação. Ao lado do Fábio, dona do blog Pãozinho no Forno, um diário de bordo da nossa filha desde o momento da descoberta da gravidez.

Panquecas de cenoura recheadas com frango

Final de semana é sempre uma gostosura. É dia de fazermos todas as refeições juntos, Eduarda, Fábio e eu e também é a vez de dar uma elaborada maior na cozinha.

No almoço deste sábado teve panquecas de cenoura, que ficaram com a massa ultra macia e gostosa, com um recheio bem temperadinho de frango.

O recheio eu não coloquei passo a passo, porque é super básico e também porque vocês podem variar, lógico. Aqui, fiz com alho, salsinha, tomate, orégano, peito de frango desfiado e uma pitada de sal.  Para a massa, usei (xícara de 200ml):

– três ovos;
– duas xícaras de leite;
– duas xícaras de farinha (usei branca, mas pode ser integral);
– uma cenoura;
– sal a gosto (opcional, eu não usei na massa)
DSC_2902 1. Tudo no liquidificador. Bater bem a massa não fica super laranja, mas fica no tom. Tem que ficar uniforme

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2. Frigideira untada com óleo (uso o de girassol) e bem quente, despejei um concha… Pra panqueca ficar redondinha e não quebrar, a dica é virar só quando essas pequenas bolhas começam a surgir
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3. Colocar o recheio (hoje eu contei com a super ajuda do meu maior apoiador e fotógrafo <3 ) DSC_2916

(alguém estava super ansiosa pelo almoço, ainda de pijamas hahhahha)
DSC_2920 Prontinho!!! Esse foi o prato de todos aqui de casa: Panquecas, arroz e batata “frita”, batata inglesa enrolada na farinha integral e assada.  DSC_2939

Nham Nham Nham!
Nham Nham Nham!
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Esfirras semi integrais de legumes [vegan]

Eu ando meio que caindo nas receitas vegan sem querer.  A de hoje é uma esfirra [ou esfiha, tanto faz] semi integral com recheio de legumes. Não aguentei e comi uma depois que fiz, ficaram enormes e deliciosas hahahhaa  Da próxima vez eu faço menorzinhas.  :~

É importante fazer primeiro o recheio, e pra ele ficar bem saboroso, eu usei:
– Tomate;
– Alho;
– Chuchu;
– Beterraba;
– Abobrinha;
– Salsinha;
– Pitada de sal (opcional)

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Refoguei tudo na panela, como se fosse fazer um cozidinho e deixei cozinhar bem. Pode ser amassado com o garfo, mas eu preferi deixar em pedacinhos. Fica assim:

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Hora de fazer a massa. É bem simples e deve ser feita à mão.

– 1 sachê de fermento químico (o que a gente normalmente usa, o do potinho vermelho, é biológico. O químico é para pães, massas… e é encontrado facilmente em tabletes ou sachês. A receita original fala em tablete, mas eu naõ tinha nessa apresentação. Dá certo igual)
– Meia colher de sopa de açúcar (usei demerara)
– Meia colher de sopa de sal
– Meia xícara de chá (200ml) de óleo de girassol (ou outro vegetal)
– Uma xícara de água morna
– Farinha até que dê ponto. Usei duas xícaras de farinha integral e uma de farinha branca, depois fui acrescentando aos poucos farinha branca com a mão mesmo.

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Esse é o fermento. Cobri a marca porque não sou obrigada a fazer propaganda hahahah
Esse é o fermento. Cobri a marca porque não sou obrigada a fazer propaganda hahahah

1. Misture o fermento e o açúcar

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2. Coloque os ingredientes líquidos e o sal

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3. Coloque aos poucos as duas xícaras de farinha integral e uma de farinha branca e vá misturando. Tem que colocar a mão na massa, mesmo

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4. Esse é o ponto: Desgruda da tigela e da mão com facilidade. Agora, é importante ser ágil. Por causa do fermento, a massa cresce super rápido.

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5. Polvilhe farinha em uma mesa limpa e lisa e faça bolinhas.

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6. Abra essas bolinhas de maneira que a massa fique uniforme e não muito fina (meio centímetro tá bom)

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7. Recheie e feche a esfirra juntando os dois lados da massa com a parte de baixo, fazendo uma troxinha. Feche bem pro recheio não escorrer. Como eu sou muito amor nessa vida, fiz até um videozinho pra quem assimila mais vendo. O ideal seria gravar de cima, mas eu sou só uma, gente hahahaha

8. Leve ao forno, deixe-as um pouco separadas uma da outra. Aqui rendeu sete esfirras.. Recheei quatro com legumes, uma com frango e queijo minas, uma com queijo minas e uma com atum (essas pro ~marido~). Como ninguém ia comer tudo isso, e elas ficaram gigantes, eu congelei cruas, mesmo. Assim, só levo ao forno quando precisar.  O forno deve estar pré-aquecido e a 180°C. Mais ou menos meia hora e elas estão prontas

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As esfirronas prontinhas

 

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GENTE! GENTE.

Eu tava morrendo de fome e comi uma com um suquinho de laranja. MUITO boa. Dá pra variar os recheios e quem sabe fazer até uma  doce. <3 <3

 

Bolinho de carne com queijo Minas

Eu não sei como chamar essa receita, só sei que a Eduarda aprovou. A ideia inicial era um quibe, que vi no Delícias do Dudu mas não encontro aqui na cidade a farinha específica.  Então, me inspirei.

Você vai precisar de:
– 200gr de carne moída;

– ovo;
– alho;
– tomate;
– temperos diversos (usei salsinha só);
– pitadinha de sal;
– uma xícara de gérmen de trigo;
– queijo minas frescal

DSC_2762Mais simples de fazer, impossível:

1. Bata o ovo e misture à carne moída
DSC_27632. Pique a cebola, o alho, o tomate e os temperinhos grosseiramente e misture. Eu ainda coloquei suco de meio limão, além da pitadinha de sal. A intuição mandou hahahah
DSC_27643. Depois de misturado, acrescente o gérmen de trigo
DSC_27654. Misturei e abri na mão. Coloquei um pedaço de queijo Minas Frescal
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5. Fechei e levei ao forno até que ficasse dourado, cerca de 30 min (tem que prestar bem atenção para não deixar a carne crua). Forno a 180°C
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Preparei a marmitinha da Eduarda com purê de abóbora, arroz branco, feijão preto e o bolinho :D

DSC_2776E, sim, ela come tudo isso. O limão deixou com um gostinho bem especial, eu adorei (comi um haahahha).

Ensinando Crianças a Comerem Melhor

Vocês me desculpem a avalanche de atualizações (inclusive entre hoje e amanhã vou postar outra receita), mas é que vi por aí esse vídeo e estou completamente apaixonada. Eu sempre digo que a geração dos nossos filhos vai salvar esse mundo, e esse garotinho lindo, de apenas 12 anos, vai ajudar a fazer isso.

Biel já tem um currículo invejável e uma linha de pensamento muito mais sensata que a maioria esmagadora dos adultos. Vejam trechos da bio dele no Facebook:

biel“12 anos, mini-Chef desde os 8 anos, vegetariano, nômade, unschooler, ama cozinhar, marcenaria, cinema, arquitetura ecológica, animais livres. Criador dos programas Arte na Cozinha, Cozinhando com Maes de Primeira, Cozinhando com as Estrelas e FIB – Felicidad Interior Bruta (em espanhol).
Autor do livro “Meu Diário para Jamie Oliver – Realizando Sonhos e Inventando Receitas” que será lançado em junho/2014 na BioBrazil Fair. Empreendedor social, criou a Escola com Asas”

Eu não vou entrar em méritos sobre ideologia alimentar ou o unschool para não levantar polêmicas (acho que a minha militância pró-alimentação saudável já levanta bastante). Mas destaco aqui alguns pontos da palestra que ele deu no TEDxCampos em 2012, quando ele tinha apenas 10 anos.

Sobre Fast Food:


“Eu aprendi que, por dia, morrem 38 mil crianças, e metade dos cereais que deveriam alimentá-las vai para a criação de gado. Esse gado vira carne, e a maior parte dessa carne é vendida como fast food, hambúrgueres, nuggets, etc. E eles ainda têm a cara de pau de pedir as moedinhas do troco da comida que vendem para doas às crianças doentes. Isso é um absurdo, literalmente”.

(soco no estômago, né?)

Sobre a alimentação destinada a crianças em menus infantis de restaurantes – e por que não em casa, não é?:


“Vou fazer um menu infantil, porque nenhuma criança merece só comer nuggets, batatinha frita e espaguete à bolonhesa.”

(e nem papinhas enlatadas)

E mais uma vez sobre fast food e a péssima qualidade da alimentação das crianças hoje em dia:

“Tudo ou quase tudo que nos dão para comer tem hormônios, nitrito, conservante enlatado, enquanto um bilhão de pessoas passa fome. Eu não posso competir com as grandes empresas de fast food, mas eu posso entrar em cada casa, com a TV e a internet, e mandar as famílias já para a cozinha!”

Uma das minhas maiores aspirações quando estou cozinhando à noite as refeições para o dia seguinte da Eduarda é poder ver ela crescer e vir me ajudar na cozinha: bater um bolinho, mexer nas panelas, provar o que eu estou fazendo “roubar” comida. Cozinhar, para mim, é um ato de amor. É uma atitude respeitosa que estou tendo com a minha filha quando dedico algumas horas dos meus dias para a preparação de refeições que contenham, acima de tudo, amor.
É fácil? Não, não é. Dá certo sempre? Não, não dá.
Às vezes estou cansada, às vezes doente. Mas aí eu penso: se eu não fizer, do que ela vai se alimentar amanhã? Comida pronta, sem gosto? Sim, deve ser mais fácil pegar um potinho insosso na prateleira de um supermercado e ler no rótulo aquele zilhão de “vitaminas” e propriedades “nutritivas” que têm o papel de aliviar a consciência de quem está comprando.
Mas e o prazer de alimentar a minha filha e vê-la raspando o pratinho? Isso aí não tem hora de sono que compense (hoje em dia eu converto tudo em horas de sono hahahah). É assim que me realizo, que sinto que estou fazendo diferença. Eu não desisto. Eu tento, eu passo horas cozinhando quando ela está dormindo, se dá errado eu recomeço, se ela não quer comer, eu mudo a receita. Mas desde o molho de tomate que uso na comida dela até o bolinho de lanche, tudo é feito por mim e eu me orgulho MUITO disso, obrigada.

Há algumas semanas atrás eu prometi a mim mesma não me pronunciar sobre as minhas convicções ou o que eu defendo com unhas e dentes por medo de soar agressiva. Mas, como disse Biel: “Percebi que sou um grãozinho de sal nesse tempero todo. Mas um grãozinho teimoso”. Escrever isso me fez aliviar hahaha
Assistam o vídeo. Reflitam sobre o que esse menino diz. Amem suas crianças não apenas com palavras, mas também com atitudes. Alimentem-as, dediquem-se a elas. Ouçam, respeitem, aprendam a interpretar seus choros, sorrisos e aspirações. Deem colo, deem mimos, não terceirizem a maternidade/paternidade. Não é fácil, não é um conto de fadas 24horas ao dia. Mas é muito compensador.

Para conhecer o trabalho do Biel Baum, meu futuro genro ahahahhah

Escola com Asas 
Exchangenius 
Buscamos o Paraíso 
Palestra na TEDxCampos 
Página no Facebook

Cupcake integral de mel com cenoura

Eu tenho uma história muito afetiva com o mel. Meu pai é muito fã e quando eu era pequena, ele usava em quase tudo. Se eu tinha gripe, era um chá de limão com mel… se eu tinha fome, ele passava mel em pãezinhos e levava ao forno, ficava uma delícia.  Esse final de semana ele me perguntou se eu já tinha dado alguma coisa com mel para a Eduarda e eu respondi que não – mel antes de um ano pode causar botulismo. Dá pra ter uma ideia do assunto aqui.
Como vô é vô, ele ficou com a ideia na cabeça de fazer algo com mel para a Eduarda. Como ela nunca experimentou, decidi fazer um cupcake integral, com tudo que ela já come, e acrescentar o mel. E ficou uma delícia.

Vocês vão precisar de:
(xícara de 200ml)

– 3 ovos;
– 1/4 xícara de chá de óleo de girassol;
– 1/2 xícara de mel;
– 1 cenoura grande ralada;
– 1 xícara de farinha de trigo integral;
– 1/2 colher de sopa de fermento em pó

DSC_27551. Bater os ovos e misturar com o mel. Dá pra fazer isso no liqui, mas eu não gosto. Parece que os liquidificadores me amaldiçoaram e TUDO que eu faço neles abatuma hahahaha
DSC_27572. Colocar a cenoura….
DSC_27583. Misturar a farinha aos poucos para não empelotar e, por último o fermento. A minha dica é fazer tudo isso com garfo. Parece que com colher fica mais fácil de empelotar (não sei se é mania…)
DSC_27594. Distribuir em forminhas de cupcake. Aqui deu seis, bem justinho
DSC_27605. Levar o forno pré-aquecido a 180°C por mais ou menos meia hora ou até que o palito de dente espetado saia limpinho
DSC_2769DSC_2772Fica realmente gostoso, fofinho e saudável. Vamos ver se a gordinha aprova amanhã!

Suflê de chuchu

Tem uma frase que fala em “dar mais que chuchu na cerca”. Acho que ele é bem verdade, porque minha sogra planta chuchu em casa e não para de colher. Ela sempre me dá uma boa quantia e agora eu estou me virando em receitas com chuchu que fujam do mais tradicional.

Ontem, fiz um suflê de chuchu, que ficou bonito e gostoso. Então, dispa-se de preconceitos em relação ao chuchu e se delicie. Vamos lá.

Você vai precisar de:

– quatro chuchus cozidos;
– 4 gemas;
– 4 claras batidas em neve;
– 2 colheres de sopa de farinha;
– 1 colher de sopa de manteiga;
– 1 colher de chá de fermento;
– cebola ralada;
– alho ralado;
– salsinha;
– orégano;
– queijo ralado;
– sal a gosto (que não costumo usar, mas né… chuchu não tem lá muito gosto)

1. Cozinhe o chuchu até que fique bem molinho. Escorra toda a água e amasse com um garfo. Depois de amassado, eu lavei bem as mãos (importante, gente) e fui espremendo as porções de modo que toda água saísse.

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2. Misturei as gemas e a manteiga  (você pode fazer com margarina, mas aí é uma opção pessoal. Manteiga é um quaquilhão de vezes mais saudável)
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3. A farinha, o sal e o fermento….

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4. Cebola, alho, salsinha…

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5. Misturar tudo, fica uma pasta. Incorporar delicadamente as claras em neve
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6. Despejar numa fôrma untada e enfarinhada ou antiaderente; cobrir com queijinho ralado e orégano

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7. Levar ao forno pré-aquecido até que fique dourado por cima, o que dá em média uns 30min. Forno a 180°C.

8. Voilà <3

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Bonitão, né?

 

É isso! Ficou bem gostoso. Hoje sairão mais receitinhas, mas antes eu quero dar uma dica.

Eu sou péssima em fazer pão (ainda vou comprar aquelas máquinas maravilhosas panificadoras, quando sobrar tempo $$$ – olha o sonho da dona de casa), mas faço bolinhos para a Eduarda levar de lanche. É algo um pouco mais demorado, e suja muita coisa nem sempre dá tempo.  Daí hoje eu fui ao super e encontrei esse pãozinho (vantagens de cidade pequena), só com farinha de trigo, água, fermento, sal e gordura vegetal <3

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Hoje ela já levou um sanduichinho feito com esse pão e queijo minas frescal + iogurte natural batido com mamão + laranja. Qualquer dia desses eu posto a lancheirinha dela pra vocês.

Bolinho integral de Grão de Bico e Pãozinho de Mandioquinha (queijo só que não)

Muitas semanas se passaram, eu continuei cozinhando, mas nunca postando. Devo ter pelo menos umas seis receitas fotografadas na fila mas nunca encontro tempo e quando encontro tempo, quero aproveitar a filha que já começa a ensaiar os primeiros passos ou dormir, porque ninguém é de ferro.

Eduarda está com 1 ano e um mês, quase dois meses e aquela greve de fome característica da idade não chegou por aqui. Ela segue muito boa de garfo, comendo direitinho, com prazer e de tudo. Isso, claro, além do mamá. Continuo amamentando, sim! Ela fez menção por algumas semanas que iria largar e eu fiquei extremamente triste e perdida…. Mas foi só impressão, mesmo, o mamazinho continua aqui, para  noooooooooooooooooooossa alegria (quem lembra? hahahahh)

 

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“O quê? Tanto tempo assim sem atualização?”

 

Então, hoje eu fiz duas receitas bem bacanas aqui em casa. Uma é  vegetariana-sem-querer, porque aqui em casa nós não somos vegetarianos/veganos, Mas eu disse em outro post, que agora eu não lembro qual, que gosto que a Eduarda tenha várias alternativas, saber que pode ter uma alimentação rica com os mais diferentes ingredientes. Essa é um bolinho integral de grão de bico… e olha, ficou delicioso.

Você vai precisar de:

1 xícara de grão de bico bem cozido (deixar de molho algumas horas antes e depois cozinhar por mais ou menos 40min na panela de pressão)
Pimentão
Cebola
Tomate
Alho
Ovo
Farinha Integral
Temperinhos diversos (usei salsinha, cebolinha e alecrim)
Pitada de sal (opcional, pra Eduarda eu não uso)

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1. Amasse todo o grão de bico com um garfo

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2. Misture o pimentão, a cebola, o tomate e o alho

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3. Bata o ovo com os temperos e adicione à mistura

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4. Vá adicionando farinha integral até dar um ponto de massa possível de enrolar. Por aqui foram 4 colheres cheias de sopa

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5. Faça bolinhas e leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos meia hora

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6. Retire do forno e coma. Sério, coma.

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Montei a marmitinha da Eduarda com dois bolinhos desses (ficaram grandes), feijão rajadinho e purê de batata doce com couve.

TRI.BOM.

Bem, daí eu decidi fazer o tal do pãozinho de queijo que não é de queijo, é de mandioquinha. Eu já tinha feito pão de queijo caseiro, Eduarda ama muito (mais uma receita pra eu postar aqui) e eu também gosto bastante.

Ingredientes:

250 g de mandioquinha cozida (dá mais ou menos duas mandioquinhas médias)
1 xíc e meia de polvilho azedo (pensa numa coisa que FEDE)
1 xíc. de polvilho doce
Sal a gosto
75ml de óleo de girassol
Água suficiente para dar liga

1. Amassar bem a mandioquinha já cozida

 

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2. Misture todos os ingredientes…

 

 

 

 

 

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3…. Mexendo até ficar uma massa homogênea

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4. Bolinhas feitas, leve ao forno por mais ou menos 30 – 40 min

5. Fica assim, lindíssimo

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Gente, não vou mentir: o nome “de queijo” é só pela ~semelhança física~, mas ele fica muito gostoso, uma ótima opção pra quem tem APLV, é intolerante a lactose ou simplesmente não quer comer nada de origem animal :D

Cêis gostaram? Tava com saudades de postar aqui <3

Aquele beijo!

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